IEC 2025: Repensar os cuidados na epilepsia | Angelini Pharma

H1: ANGELINI PHARMA NO IEC 2025: DADOS DO MUNDO REAL E DIÁLOGO CLÍNICO PARA REDEFINIR A LIBERDADE DE CRISES EPILÉPTICAS
De 30 de agosto a 3 de setembro de 2025, Lisboa acolhe o 36.º Congresso Internacional de Epilepsia (IEC), organizado pela Liga Internacional Contra a Epilepsia (ILAE).
Este evento-chave reúne clínicos, investigadores e outros parceiros, comprometidos com o avanço dos cuidados às pessoas com epilepsia. Neste contexto de intercâmbio científico e progresso clínico, a Angelini Pharma contribuiu com um programa robusto focado em repensar como a liberdade de crises é definida e alcançada na prática clínica.
Foram apresentados novos dados fundamentais, incluindo insights sobre a relação bidirecional entre epilepsia e depressão, utilizando inteligência artificial e machine learning em bases de dados de vários países, bem como dados reais sobre a utilização de recursos de saúde antes e depois do tratamento com cenobamato. Além disso, foram revelados dados inovadores sobre a SUDEP (morte súbita inesperada em epilepsia), a causa mais comum de morte entre pessoas com epilepsia.
Como parte da sua contribuição científica para o congresso, foram também apresentados 20 posters científicos já exibidos em congressos nacionais e internacionais de referência. Com esta presença científica, a Angelini Pharma reafirma o seu compromisso em melhorar a vida das pessoas que vivem com epilepsia.
H2: Um simpósio dedicado ao futuro do controlo das crises
O ponto central da presença da Angelini Pharma no IEC 2025 é um simpósio satélite de 90 minutos intitulado "Liberdade de Crises na Epilepsia: Definindo o Objetivo, Aperfeiçoando o Caminho".
Através deste evento, a empresa reúne vozes internacionalmente reconhecidas para refletir sobre a mudança de mentalidade na gestão da epilepsia — passando da simples redução de crises para o objetivo mais amplo e significativo de liberdade total de crises, abordando também os impactos cognitivos, emocionais e sociais da doença.
A sessão será moderada pela Prof.ª Dra. Carla Bentes, especialista de referência na área da epilepsia, e contará com intervenções dos Prof. Dr. Matthew Walker, Prof.ª Dra. Simona Lattanzi e Prof. Dr. Vicente Villanueva, especialistas internacionais de topo.
O Prof. Dr. Matthew Walker explorará a fundamentação clínica e científica para definir a liberdade de crises como objetivo terapêutico.
A Prof.ª Dra. Simona Lattanzi e o Prof. Dr. Vicente Villanueva apresentarão evidências da prática clínica real, através de estudos relevantes como o BLESS e o FREEDON, demonstrando como intervenções precoces e eficazes podem levar não só ao controlo das crises, mas também a melhorias mensuráveis no desempenho cognitivo, bem-estar emocional, adesão ao tratamento e qualidade de vida.
O simpósio abrirá ainda espaço para uma discussão sobre o futuro dos tratamentos para além do controlo das crises, ligando evidência científica à prática clínica e redefinindo o que significa liberdade de crises no contexto de cuidados centrados no doente.
H2: Dados inovadores sobre risco de SUDEP e redução na utilização de recursos de saúde
Complementando o diálogo científico do simpósio, a Angelini Pharma apresentou novos dados de diferentes estudos sobre as consequências das crises não controladas, destacando a importância de alcançar a liberdade de crises para minimizar o impacto da epilepsia.
Um dos principais desafios nos cuidados da epilepsia é reduzir o risco de mortalidade, especialmente devido à SUDEP (Morte Súbita Inesperada em Epilepsia) — a principal causa de morte entre pessoas com epilepsia, com uma taxa anual que pode chegar a 9,3 por 1000 pessoas. A SUDEP está fortemente associada a crises não controladas, especialmente crises tónico-clónicas generalizadas.
As crises não controladas também estão associadas ao aumento da utilização de recursos de saúde , especialmente hospitalizações e às urgências relacionadas com epilepsia. Uma análise retrospetiva de uma base de dados dos EUA, incluindo adultos com crises de início focal tratados com cenobamato, revelou uma redução nas hospitalizações e nas urgências nos seis meses após o início do tratamento.
H2: Dos dados aos cuidados: um compromisso partilhado com a saúde do cérebro
Os insights apresentados no IEC 2025 reforçam a visão mais ampla da Angelini Pharma para os cuidados na epilepsia — uma abordagem que considera tanto o controlo das crises como a pessoa por trás do diagnóstico.
Para os doentes, alcançar a liberdade de crises representa um marco transformador: devolve o sentido de normalidade, confiança e autonomia. Para os clínicos, abre caminho para repensar os objetivos terapêuticos e adotar estratégias informadas por dados que combinem eficácia e tolerabilidade.
Como empresa com raízes na saúde do cérebro, a Angelini Pharma continua a investir em investigação do mundo real, iniciativas educativas transfronteiriças e no desenvolvimento de opções terapêuticas que respondam às necessidades em evolução das pessoas com epilepsia.
Um exemplo deste compromisso é o estudo multinacional apresentado no congresso, que explora a relação bidirecional entre epilepsia e depressão. Utilizando Inteligência Artificial (IA) e Machine Learning ( ML), esta investigação visa identificar precocemente indicadores de risco e perfis clínicos semelhantes. Os resultados representam um avanço na gestão personalizada da saúde do cérebro, baseada em dados, delineando características de pessoas com epilepsia com maior risco de desenvolver depressão — e vice-versa.
A presença da Angelini Pharma no IEC 2025 reafirma o seu papel como parceira da comunidade da epilepsia — uma empresa que escuta, inova e age com propósito.
Com o seu simpósio e contribuições científicas, a Angelini Pharma pretende não apenas partilhar evidência, mas também inspirar novas formas de pensar. Ao alinhar dados, diálogo e experiência clínica, a empresa ajuda a definir um futuro onde a liberdade de crises se torna não apenas um objetivo, mas uma realidade partilhada.